2 de fevereiro de 2026 # foto: Thiago Gadelha/SVM

O Ceará deve ganhar a maior torre eólica do Brasil. O equipamento será instalado em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza.

No protótipo, a torre eólica tem 166 metros de altura. No entanto, considerando a medição do solo até a ponta da pá, a estrutura alcança 257 metros, tornando-se a maior já projetada no território nacional.

A inovação faz parte do Projeto Everest, conduzido pela Casa dos Ventos, uma das maiores empresas de energias renováveis do país. As obras devem ser iniciadas no segundo semestre de 2027.

O projeto aposta em uma tecnologia inédita no Brasil: uma torre de concreto pré-moldado auto içável. A solução permite alcançar ventos mais fortes e constantes em maiores altitudes, o que amplia a eficiência na geração de energia e pode elevar o fator de capacidade de áreas com menor potencial eólico. Além disso, promete reduzir custos de instalação e manutenção dos parques eólicos.

Outro diferencial está no sistema de auto-içamento, que dispensa o uso de guindastes de alta capacidade para alturas superiores a 135 metros – equipamentos que não estão disponíveis no Brasil.

A torre também utiliza uma junta de comportamento reverso, tecnologia que une duas semi-torres pré-montadas por meio de protensão e grauteamento – técnicas utilizadas em conjunto para reforçar estruturas de concreto – em escala inédita no país.

O Projeto Everest será desenvolvido em parceria com a empresa chinesa Goldwind, responsável pelo fornecimento daO Ceará deve ganhar a maior torre eólica do Brasil. O equipamento será instalado em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza.

No protótipo, a torre eólica tem 166 metros de altura. No entanto, considerando a medição do solo até a ponta da pá, a estrutura alcança 257 metros, tornando-se a maior já projetada no território nacional.

A inovação faz parte do Projeto Everest, conduzido pela Casa dos Ventos, uma das maiores empresas de energias renováveis do país. As obras devem ser iniciadas no segundo semestre de 2027.

O projeto aposta em uma tecnologia inédita no Brasil: uma torre de concreto pré-moldado auto içável. A solução permite alcançar ventos mais fortes e constantes em maiores altitudes, o que amplia a eficiência na geração de energia e pode elevar o fator de capacidade de áreas com menor potencial eólico. Além disso, promete reduzir custos de instalação e manutenção dos parques eólicos.

Outro diferencial está no sistema de auto-içamento, que dispensa o uso de guindastes de alta capacidade para alturas superiores a 135 metros – equipamentos que não estão disponíveis no Brasil.

A torre também utiliza uma junta de comportamento reverso, tecnologia que une duas semi-torres pré-montadas por meio de protensão e grauteamento – técnicas utilizadas em conjunto para reforçar estruturas de concreto – em escala inédita no país.

O Projeto Everest será desenvolvido em parceria com a empresa chinesa Goldwind, responsável pelo fornecimento das turbinas e pela tecnologia dos aerogeradores, e com a Cortez Engenharia, encarregada da construção da torre e de componentes auxiliares.

O investimento previsto é de R$ 94,9 milhões, com apoio da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Os recursos destinados à inovação viabilizam o avanço das etapas de desenvolvimento e a construção do protótipo em escala real, considerado essencial para a validação da nova tecnologia.s turbinas e pela tecnologia dos aerogeradores, e com a Cortez Engenharia, encarregada da construção da torre e de componentes auxiliares.

O investimento previsto é de R$ 94,9 milhões, com apoio da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações. Os recursos destinados à inovação viabilizam o avanço das etapas de desenvolvimento e a construção do protótipo em escala real, considerado essencial para a validação da nova tecnologia.

 

oacontece.com.br/via JJ

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