GUARUJÁ (SP) – A caipirinha custa R$ 12, a cerveja gelada é R$ 5 e a porção de camarão rosa, R$ 130. Tirar a foto em frente ao tríplex no Guarujá apontado como propriedade do ex-presidente Lula é de graça, mas neste verão é a imagem que tem valido ouro nos grupos de WhatsApp de amigos. Às vésperas do julgamento do petista no Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4), a faixa de areia em frente ao número 638 da Avenida General Monteiro de Barros, na Praia das Astúrias, anda monotemática. O futuro de Lula, que será decidido nesta quarta-feira em Porto Alegre, é o principal assunto debaixo dos guarda-sóis instalados diante do edifício Solaris, embora ninguém queria arriscar um resultado.

Com o celular em riste, turistas, entre uma ironia e outra sobre a propriedade do imóvel atribuído pela Lava-Jato a Lula, posam para selfies. Sorriem e apontam para o prédio. Verificam se a foto ficou boa e voltam a refazê-la até encontrar o ângulo perfeito, que enquadre bem os três últimos andares – prova de que realmente estiveram ali.

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